
Tenho lembrado muito do meu irmão, Tony. Há muitos anos não nos vemos, nem nos falamos, mas sinto que os laços não foram rompidos, apenas esgarçados pelo tempo, esse senhor paciente.
Meu irmão Flávio está passando uns dias aqui em Brasília. Ele costumava hospedar-se aqui em casa, mas dessa vez resolveu ficar na casa da tia, na 202 norte. Talvez porque não queira nos deixar saber que não conseguiu largar de fumar, ou porque quer estar mais à vontade, e o ritmo aqui é muito familiar, devagar demais.
Hoje estou especialmente pensativo. Não é raro, mas dessa qualidade de pensamentos que estou tendo hoje não tem sido muito freqüente. De uma tristeza vaga, tranqüila, como um cansaço suave de mim.
Está tarde, vou tomar banho e ir dormir. Que coisa curiosa a informática, a internet; permite até nos tornarmos publicamente anônimos...
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